Investigação da dermatite de contato alérgica e irritativa, com teste de contato, pela Dra. Gabriela Diogo, alergista no Rio de Janeiro.
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A Dra. Gabriela Diogo é alergista e imunologista no Rio de Janeiro e investiga a dermatite de contato em crianças e adultos, no consultório de Ipanema. Ela separa a forma alérgica da irritativa, procura a substância responsável, como níquel, cosméticos, tinturas ou luvas, e, quando indicado, faz o teste de contato para orientar o que evitar no dia a dia e no trabalho.
A dermatite de contato tem uma pista forte: a lesão aparece onde a pele encostou em alguma coisa. Veja se você se reconhece em uma destas situações:
Nessas situações, a consulta com a alergista ajuda a sair da tentativa e erro. Descobrir o que causa a reação permite evitar a substância certa, sem abrir mão de tudo.
A dermatite de contato é uma inflamação da pele causada por uma substância que entra em contato com ela. Existem duas formas principais, e diferenciar uma da outra muda a conduta.
A dermatite de contato irritativa é a mais comum. Ela não é alergia: a substância agride a pele diretamente, como acontece com detergentes, álcool, solventes, água em excesso e atrito repetido. Quanto mais exposição, mais lesão. É frequente nas mãos de quem lava muito as mãos, cozinha, limpa ou trabalha na área da saúde.
A dermatite de contato alérgica envolve o sistema imunológico. A pessoa se sensibiliza a uma substância específica e, a partir daí, pequenas quantidades bastam para provocar a reação, que costuma aparecer de um a três dias depois do contato. Entre as substâncias mais lembradas estão o níquel das bijuterias, dos botões e das fivelas; perfumes e conservantes de cosméticos; componentes de tinturas de cabelo; aditivos da borracha de luvas e calçados; e alguns medicamentos de uso na pele.
As duas formas podem coexistir, e a pessoa com dermatite atópica tem a barreira da pele mais frágil, o que facilita a irritação. Por isso a história detalhada é tão importante.
A Dra. Gabriela Diogo fez residência médica em Pediatria e em Alergia e Imunologia no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ) e é médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE 59214). Na consulta, ela reconstrói a rotina da pele: onde a lesão começou, quanto tempo depois do contato ela aparece, que produtos você usa no rosto, no corpo e no cabelo, que materiais toca no trabalho e nos hobbies, e o que acontece nas férias.
Vale levar para a consulta as embalagens ou fotos dos rótulos dos cosméticos, dos produtos de limpeza e das luvas que você usa, além de fotos das lesões nas crises.
Quando há suspeita de forma alérgica, a Dra. Gabriela pode indicar o teste de contato, também chamado de patch test. Pequenas quantidades de substâncias padronizadas são aplicadas em adesivos nas costas, que ficam no lugar por alguns dias; depois a pele é examinada em leituras programadas. O teste mostra a quais substâncias a pele reage de forma tardia, que é exatamente o mecanismo da dermatite de contato alérgica. Ele é diferente do prick test, que investiga reações imediatas. Você encontra os detalhes na página de teste de alergia.
Ao final, você recebe um plano por escrito com as substâncias a evitar, os nomes com que elas costumam aparecer nos rótulos, os cuidados para recuperar a pele e o tratamento da fase inflamada.
A tabela ajuda a entender as diferenças. É um resumo geral, e a conduta é individual.
| Aspecto | Irritativa | Alérgica |
|---|---|---|
| Mecanismo | Agressão direta à pele | Resposta do sistema imunológico |
| Quem pode ter | Qualquer pessoa com exposição suficiente | Só quem se sensibilizou à substância |
| Quando aparece | Logo após ou durante a exposição repetida | Em geral de um a três dias após o contato |
| Exemplos | Detergente, álcool, água em excesso, atrito | Níquel, perfumes, conservantes, tinturas, borracha |
| Teste de contato | Não confirma a forma irritativa | Ajuda a identificar a substância |
Cabeleireiros, profissionais de saúde, de limpeza, de cozinha e da construção estão entre os mais expostos. Nesses casos, a investigação ajuda a identificar o que causa a reação e a buscar alternativas de luvas, produtos e rotinas de proteção, para que a pessoa consiga seguir trabalhando com a pele cuidada. Quem também tem rinite, asma ou urticária ligadas ao ambiente de trabalho encontra mais informação na página de alergista para adultos.
Se, depois de um contato, surgirem inchaço de lábios, língua ou garganta, falta de ar ou tontura, procure o pronto-socorro imediatamente ou ligue para o SAMU 192. Esse quadro não é dermatite de contato e precisa de atendimento na hora.
O atendimento é particular, no consultório em Ipanema às terças-feiras à tarde, com hora marcada. Você pode pedir recibo para solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras de cada plano. Endereço e formas de contato estão na página de contato.
Na maioria das vezes, sim. O níquel está em muitas bijuterias, botões de calça e fivelas. O teste de contato ajuda a confirmar e a planejar o que evitar.
O ideal é fazer o teste com a pele das costas calma. A Dra. Gabriela orienta o melhor momento e quais remédios precisam ser suspensos antes, conforme cada caso.
Os adesivos ficam alguns dias nas costas e há leituras programadas em retornos combinados. Durante esse período é preciso evitar molhar e suar muito na região.
Em geral, sim, quando a substância certa é identificada e evitada. A pele precisa de algumas semanas para se recuperar, com o tratamento orientado na consulta.
Pode. Em crianças, a dermatite de contato aparece com bijuterias, produtos de higiene, adesivos e calçados. A avaliação segue o mesmo raciocínio, adaptado à idade, como na página de alergista infantil.
Não existe produto que nunca cause reação. O rótulo hipoalergênico indica menor chance, mas quem tem dermatite de contato alérgica precisa conferir os componentes a que reage.
Fale com a equipe da Dra. Gabriela Diogo pelo WhatsApp e agende a avaliação. Para conhecer os outros atendimentos, volte à página inicial.
Prick test, teste de contato e teste de provocação oral: o que cada exame mostra e quando é pedido.
ConhecerO tratamento que ensina o organismo a tolerar o alérgeno, indicado caso a caso.
ConhecerAvaliação de bebês, crianças e adolescentes, com a família junto na consulta.
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