A Dra. Gabriela Diogo, alergista e imunologista no Rio de Janeiro, investiga a alergia alimentar em crianças e adultos antes de qualquer corte de alimento, com plano claro para casa e para a escola.
Falar no WhatsApp
A Dra. Gabriela Diogo, alergista e imunologista no Rio de Janeiro, investiga a alergia alimentar em bebês, crianças e adultos no consultório de Ipanema. A investigação junta a história da reação, o exame físico e, quando indicado, testes cutâneos, exame de sangue e teste de provocação oral, para confirmar o alimento responsável antes de retirar qualquer coisa da dieta.
A alergia alimentar costuma chegar ao consultório cercada de dúvidas e de cortes feitos às pressas. Talvez você se reconheça em alguma destas situações:
A Dra. Gabriela conhece esse caminho também fora do consultório: a irmã dela teve alergia alimentar ao leite de vaca, e a família viveu de perto a insegurança de cada refeição. Essa vivência faz parte do jeito de conduzir a consulta, com calma e com explicação.
Alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico a uma proteína do alimento. Ela é diferente da intolerância, que é uma dificuldade de digestão. Os alimentos mais envolvidos são leite de vaca, ovo, amendoim, castanhas, trigo, soja, peixes e frutos do mar, e a frequência de cada um muda com a idade.
A reação mais conhecida aparece em minutos a duas horas depois de comer. Na pele, surgem placas que coçam, vermelhidão e inchaço de lábios ou pálpebras. No aparelho digestivo, vômito, dor abdominal e diarreia. No aparelho respiratório, tosse, chiado e falta de ar. Existem também formas mais lentas, comuns nos bebês, em que os sinais são digestivos e aparecem horas ou dias depois.
Um ponto que confunde muitas famílias: ter um exame de anticorpo positivo não é o mesmo que ter alergia. O exame mostra sensibilização, ou seja, que existe um anticorpo contra aquela proteína. Alergia de verdade é a reação acontecendo na prática, de forma consistente. Por isso o resultado de laboratório sempre é lido junto com a história.
| Ponto | Alergia alimentar | Intolerância (por exemplo, à lactose) |
|---|---|---|
| O que acontece | Reação do sistema imunológico à proteína do alimento | Dificuldade de digerir um componente, como o açúcar do leite |
| Sintomas | Pele, aparelho digestivo, respiração e, em casos graves, anafilaxia | Gases, distensão e desconforto abdominal |
| Quantidade | Pequenas quantidades podem provocar reação | Os sintomas costumam variar com a quantidade ingerida |
| Risco de reação grave | Existe e precisa de plano de ação | Não provoca reação grave |
| Quem investiga | Alergista, com história, testes e, quando indicado, provocação oral | Avaliação clínica, conforme o caso |
A conduta é sempre individual. A tabela ajuda a organizar as ideias, mas não substitui a consulta.
A consulta começa pela história, que é a parte mais importante da investigação: o que foi comido, em que quantidade, quanto tempo depois os sintomas apareceram, como foram tratados e se o mesmo alimento já foi consumido antes sem problema. Fotos da reação, rótulos dos produtos e exames anteriores ajudam muito.
Depois vem o exame físico e a escolha dos testes. Pode ser indicado o teste de alergia na pele (prick test), o exame de sangue de anticorpo específico e, em situações selecionadas, o teste de provocação oral, em que o alimento é oferecido em doses crescentes, com acompanhamento médico, para confirmar ou afastar a alergia. A provocação é o exame que responde a pergunta “meu filho pode comer isso?” quando os outros exames deixam dúvida.
Ao final, a família sai com um plano por escrito: o que evitar, como ler rótulos, como agir numa exposição acidental e quando reavaliar. Muitas alergias da infância, como a do leite e a do ovo, podem ser superadas com o tempo, e por isso o acompanhamento regular faz parte do cuidado. Em casos selecionados existe também a dessensibilização oral, um tratamento que amplia aos poucos a quantidade de alimento tolerada; a indicação é discutida caso a caso, na consulta.
Para crianças, veja também a página de alergista infantil. Para adultos, a de alergista para adultos.
Procure o pronto-socorro imediatamente ou ligue para o SAMU 192 se, depois de comer, a pessoa apresentar:
Esses sinais podem indicar anafilaxia, a forma grave da reação alérgica. Quem já tem diagnóstico e recebeu prescrição de adrenalina autoinjetável deve usá-la conforme o plano de ação e seguir para o atendimento de urgência. Não espere melhorar em casa.
O atendimento da Dra. Gabriela é particular. Você pode pedir recibo para solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras do seu plano. Dia, horário e forma de atendimento são combinados pelo WhatsApp. Veja endereço e orientações na página de contato.
Se houve reação clara e recente, evitar o alimento até a avaliação é prudente. O que não se recomenda é retirar vários alimentos de uma vez, por suspeita, sem diagnóstico. A exclusão desnecessária compromete a nutrição, principalmente na infância, e dificulta a investigação depois.
Não sozinho. Ele mostra sensibilização, que é a presença de anticorpo. A alergia é confirmada quando a história de reação combina com o exame ou quando o teste de provocação oral mostra a reação de forma controlada.
Muitas crianças superam a alergia à proteína do leite de vaca ao longo dos primeiros anos. Quando e como reintroduzir o leite é uma decisão médica, tomada com reavaliação periódica e, muitas vezes, com teste de provocação.
Sim. Alergia a frutos do mar, castanhas e algumas frutas pode começar na vida adulta. A investigação segue a mesma lógica: história detalhada, testes indicados e plano de ação.
É a oferta do alimento em doses crescentes, sob observação médica, para confirmar ou afastar a alergia. É considerado o exame de referência quando os outros testes deixam dúvida e só é feito com indicação e preparo.
A família recebe um plano por escrito com o alimento a evitar, os sinais de reação e o que fazer em cada caso. Esse plano pode ser entregue à escola, à creche e a quem cuida da criança.
Se a rotina da sua casa gira em torno do que a criança não pode comer, ou se você não sabe se uma reação foi alergia, converse com a Dra. Gabriela. Veja também a página inicial e as perguntas frequentes.
Prick test, teste de contato e teste de provocação oral: o que cada exame mostra e quando é pedido.
ConhecerO tratamento que ensina o organismo a tolerar o alérgeno, indicado caso a caso.
ConhecerAvaliação de bebês, crianças e adolescentes, com a família junto na consulta.
Conhecer
Consultas para crianças, adolescentes e adultos no consultório de Ipanema, no Rio de Janeiro, ou online. Conte pelo WhatsApp o que você precisa.
Falar no WhatsApp · (21) 99859-7870