Imunoterapia alérgeno-específica para rinite, asma alérgica e alergia a veneno de inseto, com indicação individual, com a Dra. Gabriela Diogo, alergista no Rio de Janeiro.
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A imunoterapia, conhecida como vacina para alergia, é indicada pela Dra. Gabriela Diogo, alergista no Rio de Janeiro, para crianças e adultos com rinite alérgica, asma alérgica ou alergia a veneno de inseto, depois de identificar o alérgeno responsável. O tratamento dura anos, pode ser feito por injeção ou sob a língua e tem acompanhamento regular no consultório de Ipanema.
A imunoterapia não é o primeiro passo para todo mundo, mas costuma entrar na conversa em situações como estas:
A indicação é sempre individual. Ela depende do diagnóstico confirmado, do alérgeno identificado, da idade, da gravidade dos sintomas e da possibilidade de manter o tratamento por um período longo.
Imunoterapia alérgeno-específica é o nome técnico da vacina para alergia. O tratamento consiste em oferecer ao organismo, de forma regular e controlada, o próprio alérgeno ao qual a pessoa reage, como o ácaro da poeira, em quantidades que aumentam aos poucos até chegar a uma dose de manutenção. Com o tempo, o sistema imunológico tende a responder de forma menos intensa ao contato com aquela substância.
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a imunoterapia é o único tratamento capaz de modificar a resposta do organismo ao alérgeno. Os outros tratamentos, como o anti-histamínico, o corticoide nasal ou o corticoide inalatório, controlam os sintomas enquanto são usados; a imunoterapia atua no mecanismo da alergia. Ela não substitui o controle do ambiente nem os remédios de manutenção no início: soma-se a eles, e os ajustes são feitos ao longo do acompanhamento.
A vacina é preparada para cada paciente, a partir do alérgeno identificado no teste de alergia. Por isso, antes de começar, é preciso confirmar que o alérgeno do teste é de fato o responsável pelos sintomas, e não apenas uma sensibilização sem importância clínica.
Para a alergia alimentar, existe um tratamento diferente, a dessensibilização oral, indicado em casos selecionados e discutido na consulta. Ele é tratado na página de alergia alimentar.
A imunoterapia pode ser feita por duas vias. A escolha depende do alérgeno, da idade, da rotina da família e da preferência do paciente, e é feita em conjunto na consulta. A conduta é individual.
| Aspecto | Subcutânea (injeção) | Sublingual (gotas ou comprimido sob a língua) |
|---|---|---|
| Como é feita | Pequena injeção sob a pele do braço, aplicada no consultório | Aplicação diária sob a língua, em casa, depois das orientações iniciais |
| Frequência | Mais próxima no início e espaçada na fase de manutenção | Diária, todos os dias do tratamento |
| Observação | Permanência no consultório por um período após cada aplicação | A primeira aplicação costuma ser feita com orientação médica |
| Para quem costuma servir | Rinite, asma alérgica e alergia a veneno de inseto | Rinite e asma alérgica, em quem prefere evitar injeções ou tem dificuldade de ir ao consultório com frequência |
| O que exige | Disponibilidade para as visitas ao consultório | Disciplina para não esquecer as doses em casa |
A Dra. Gabriela Diogo fez residência médica em Pediatria e residência médica em Alergia e Imunologia no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ) e é médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE 59214), inscrita no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CRM-RJ 520113665-8). Antes de indicar a imunoterapia, ela revisa a história, examina, confirma o diagnóstico com o teste adequado e verifica se a asma, quando presente, está controlada.
Depois, explica com clareza o que esperar: como será o início, quanto tempo leva para os primeiros efeitos aparecerem, quais reações locais são comuns, como agir se algo diferente acontecer e como o tratamento se encaixa na rotina da família. O tratamento dura anos, e a duração exata não é um número fechado: ela é definida pela resposta de cada paciente e reavaliada nas consultas de acompanhamento.
Nas aplicações por injeção, o paciente permanece em observação no consultório por um período após cada dose, como recomendam as sociedades médicas. Ao longo do tratamento, as consultas regulares acompanham os sintomas, o uso de remédios e a adesão, e o plano por escrito é atualizado sempre que necessário.
Reações locais, como vermelhidão e coceira no braço ou na boca, são comuns e são explicadas na consulta. Reações gerais são raras, mas exigem ação rápida. Se surgirem falta de ar, inchaço da língua ou da garganta, chiado intenso, lábios arroxeados, desmaio ou manchas pelo corpo logo após uma aplicação, uma refeição ou uma picada de inseto, procure o pronto-socorro imediatamente ou ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192). Não espere em casa.
A consulta e o acompanhamento da imunoterapia são particulares, com hora marcada no consultório de Ipanema às terças-feiras à tarde. Retornos de acompanhamento podem ser online, em dia e horário combinados pelo WhatsApp. Você pode pedir recibo para solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras de cada plano. Veja a página de contato.
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a imunoterapia é o único tratamento que modifica a resposta do organismo ao alérgeno. A resposta varia de pessoa para pessoa e é acompanhada nas consultas.
O tratamento dura anos. Não há um número fechado: a duração é definida pela resposta de cada paciente e reavaliada ao longo do acompanhamento.
Pode, quando há indicação. A idade, o diagnóstico e a rotina da família são avaliados na consulta. Veja também a página de alergista infantil.
As duas apresentam o alérgeno ao organismo de forma controlada, mas por vias diferentes. A escolha depende do alérgeno, da idade e da rotina, e é feita em conjunto na consulta.
Não por conta própria. No início, a imunoterapia soma-se ao tratamento de manutenção. Os ajustes nos remédios são feitos nas consultas, conforme a evolução.
Sim. A vacina é preparada a partir do alérgeno identificado, e é preciso confirmar que ele é o responsável pelos sintomas. Veja a página de teste de alergia.
Sim. A imunoterapia é indicada para crianças e adultos. Saiba mais na página de alergista para adultos.
Conte pelo WhatsApp qual alergia você ou a criança têm, há quanto tempo e se já fizeram teste de alergia. Você recebe a resposta com os dias e os horários disponíveis. Para conhecer a Dra. Gabriela, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
Prick test, teste de contato e teste de provocação oral: o que cada exame mostra e quando é pedido.
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