Avaliação e acompanhamento de alergias em bebês, crianças e adolescentes, com a Dra. Gabriela Diogo, alergista e imunologista no Rio de Janeiro, em Ipanema e online.
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A Dra. Gabriela Diogo é alergista e imunologista no Rio de Janeiro e atende bebês, crianças e adolescentes no consultório de Ipanema e online. Ela investiga rinite, asma, dermatite atópica, urticária e alergia alimentar em consulta sem pressa, antes de qualquer corte de alimento, e entrega à família um plano claro para casa e para a escola.
Muitas famílias chegam à consulta depois de meses tentando resolver sozinhas sintomas que vão e voltam. Talvez você se reconheça em alguma destas situações:
Em todas essas situações, a consulta com a alergista ajuda a separar o que é alergia do que não é, e a montar um caminho seguro para a criança e para quem cuida dela. Uma coisa importante logo de início: você não causou a alergia do seu filho. A alergia resulta de uma combinação de herança genética e ambiente, e o que importa agora é entender e cuidar.
O alergista e imunologista é o médico que estuda como o sistema imunológico reage a substâncias do ambiente e dos alimentos. Na infância, essas reações costumam aparecer em sequência: primeiro a pele, com a dermatite atópica no bebê; depois, em parte das crianças, a alergia alimentar; mais tarde, o nariz e os pulmões, com a rinite alérgica e a asma. Nem toda criança percorre esse caminho, mas conhecê-lo ajuda a família a olhar para os sinais com mais atenção.
A Dra. Gabriela Diogo fez residência médica em Pediatria e residência médica em Alergia e Imunologia, as duas no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ), na Ilha do Fundão. A formação em Pediatria ajuda a entender as doenças alérgicas da infância e as que vêm junto com elas, como as infecções frequentes da idade escolar, o refluxo, as dificuldades de sono e as fases de crescimento. Ela é médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE 59214), inscrita no Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CRM-RJ 520113665-8).
Na consulta infantil, a Dra. Gabriela avalia, entre outras condições:
A consulta tem duração suficiente para ouvir a história inteira, e a história é a parte mais importante do diagnóstico em alergia. A Dra. Gabriela pergunta quando os sintomas começaram, em que época do ano pioram, o que acontece em casa, na escola e nas viagens, como é a alimentação, como a criança dorme, se há animais, tapetes ou mofo em casa e se outras pessoas da família têm alergia.
Quando a dúvida é alimentar, ela quer saber exatamente o que a criança comeu, quanto, quanto tempo depois os sintomas apareceram e como passaram. Fotos das manchas no celular, rótulos dos produtos e exames anteriores ajudam muito. Em seguida vem o exame físico completo, com atenção à pele, ao nariz, à garganta, aos ouvidos, aos pulmões e ao crescimento.
Com essas informações, a Dra. Gabriela decide se é preciso fazer algum exame e qual. Pode ser o teste de alergia na pele (prick test), o exame de sangue de imunoglobulina E (IgE) específica, o teste de contato ou, em casos selecionados, o teste de provocação oral com alimentos, sempre feito com acompanhamento médico. Investigar antes de cortar é um princípio do consultório: retirar alimentos sem diagnóstico pode empobrecer a dieta da criança, gerar ansiedade em casa e, às vezes, até atrapalhar a tolerância futura.
Ao final, a família recebe um plano por escrito, com o que foi encontrado, o que fazer no dia a dia, o que observar e quando voltar. A ideia é que vocês saiam da consulta com clareza, plano e segurança, entendendo o que está acontecendo, sem “achismo”. O acompanhamento é regular, porque as alergias da infância mudam com o tempo: muitas melhoram, algumas trocam de forma e outras pedem ajustes a cada fase.
A tabela abaixo resume o que costuma aparecer em cada idade. É um panorama geral: cada criança tem o seu próprio caminho, e a conduta é individual.
| Fase | O que mais aparece | Como a consulta ajuda |
|---|---|---|
| Bebês até 1 ano | Dermatite atópica, alergia à proteína do leite de vaca, reações na introdução alimentar | Confirma ou descarta a alergia antes de mudar a dieta e orienta os cuidados com a pele |
| De 1 a 5 anos | Chiado no peito, alergia alimentar, urticária, infecções frequentes na creche | Diferencia virose de repetição de asma e organiza o plano para a creche |
| Idade escolar | Rinite alérgica, asma, sinusite, alergia a picada de inseto | Avalia sono, rendimento e atividade física, e discute tratamento de manutenção e imunoterapia |
| Adolescência | Rinite e asma persistentes, dermatite de contato com cosméticos e bijuterias, alergia a medicamento | Dá autonomia ao adolescente no próprio cuidado e prepara a transição para a vida adulta |
Quando a alergia continua depois dos 18 anos, o acompanhamento segue na mesma consulta. A Dra. Gabriela também atende adultos, como você pode ver na página de alergista para adultos.
A criança passa boa parte do dia longe de casa, e a escola precisa saber o que fazer. Quando há alergia alimentar ou asma, a Dra. Gabriela prepara um plano de ação por escrito, em linguagem simples, para entregar à coordenação e aos professores. Ele descreve quais alimentos evitar, como ler rótulos, quais sinais observar, o que fazer em cada situação e quem avisar.
Para quem tem risco de reação grave, o plano inclui a orientação sobre a adrenalina autoinjetável e sobre o momento de chamar o socorro. Para a asma, inclui o uso do remédio de alívio com espaçador e os sinais de que a crise não está cedendo. Festas, passeios e lanches compartilhados também entram na conversa, para que a criança participe da vida escolar com segurança e sem ser excluída.
Algumas reações não podem esperar a consulta. Procure o pronto-socorro imediatamente ou ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) se a criança apresentar:
Se a criança já tem adrenalina autoinjetável prescrita, use conforme o plano de ação e siga para o pronto-socorro mesmo que ela melhore. Na dúvida, não espere em casa.
O atendimento é particular, presencial no consultório de Ipanema às terças-feiras à tarde ou online, em dia e horário combinados pelo WhatsApp. A família pode pedir recibo para solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras de cada plano. Endereço, horário e o que levar estão na página de contato.
Desde bebê. A dermatite atópica e a alergia à proteína do leite de vaca, por exemplo, costumam aparecer nos primeiros meses de vida, e a avaliação pode ser feita em qualquer idade.
Pode, quando há indicação. A Dra. Gabriela decide qual teste faz sentido a partir da história e do exame físico. Em muitos casos, a conversa e o exame já orientam a conduta sem necessidade de teste.
Não retire alimentos por conta própria. Se houve uma reação logo após comer, procure atendimento e anote o que aconteceu. A investigação antes da restrição evita dietas desnecessárias e mostra o que realmente precisa ser evitado.
Muitas alergias da infância melhoram com o crescimento, principalmente algumas alergias alimentares. Outras persistem ou mudam de forma. O acompanhamento regular mostra o momento certo de reavaliar cada uma.
Sim, pelo menos um responsável deve acompanhar a criança ou o adolescente. Quem convive com os sintomas no dia a dia é quem melhor conta a história.
Sim. Quando há alergia alimentar ou asma, ela entrega um plano por escrito com os cuidados, os sinais de alerta e o que fazer em cada situação, para a família compartilhar com a escola.
A primeira conversa, a revisão de exames e os retornos podem ser online. Exame físico e testes na pele exigem consulta presencial. Veja a página de consulta de alergia online.
Conte pelo WhatsApp a idade da criança e o que tem acontecido. Você recebe a resposta com os dias e os horários disponíveis, no consultório ou online. Para conhecer melhor a Dra. Gabriela, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.
Prick test, teste de contato e teste de provocação oral: o que cada exame mostra e quando é pedido.
ConhecerO tratamento que ensina o organismo a tolerar o alérgeno, indicado caso a caso.
ConhecerAlergia que começou na infância ou que apareceu na vida adulta.
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